Desenvolvimento das operações na Bacia de Campos!
21/08/2017 - Desenvolvimento das operações na Bacia de Campos!
Mas, o grande desafio hoje é garantir que todos os discursos referentes ao petróleo sejam afinados, em uma orquestra onde o desenvolvimento e a prosperidade precisam ser os grandes maestros.
E ao afirmar que não existe "Plano B", o prefeito de Macaé, sob a força de presidir também a Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Dr. Aluízio (PMDB), sai na frente ao reproduzir um discurso complementar à 'agenda do petróleo', construida pelas instituições que seguram nas mãos o cronômetro da contagem regressiva do óleo bruto como matriz energética global.
No evento promovido por O DEBATE, junto às instituições do petróleo, em celebração aos 40 anos da Bacia de Campos, Dr. Aluízio falou em união, em amadurecimento e em virtude, qualidades que podem ser associadas, tanto ao desenvolvimento das operações na Bacia de Campos, como também às necessidades que a classe política, que entende ou não de petróleo, precisam assimilar.
"Acho que Macaé nunca foi tão desafiada. Nós que vivemos esses últimos 40 anos, temos a convicção que o Brasil e o mundo nunca viveram um momento tão desafiador como o atual. E só existe um caminho: a conjunção de esforços. Parace retórica, mas não é. Uma cidade madura como Macaé não pode caminhar em pontos distintos. Se há uma virtude dentro de todo esse processo, é o amadurecimento da sociedade macaense. Tenho a convicção do grau de maturidade que as pessoas da cidade têm hoje. E isso é fundamental para o enfrentamento", disse o prefeito.
Mal compreendido pelos outros membros da Ompetro, o efrentamento a que Dr. Aluízio se refere é a necessidade de conseguir unanimidade, dentro de um ambiente tão hostil quanto se produzir petróleo em águas profundas, o pré-sal.
"Tenho certeza que Macaé é uma das poucas cidades que conseguem conviver e enfrentar todos esses percalços, ainda com otimismo, ainda com motivação. E nós precisamos ter essa capacidade de entendimento para que não haja uma frustração. Esse novo momento é amanhã de manhã? Não! É no final de 2017? Não! Mas quem sabe 2018", avaliou o prefeito.
"Agora, não há um plano B! Ou a gente caminha juntos e consegue ver um novo cenário, ou a gente vai ficar no meio do 'bate-bate', pensando que está indo, mas na verdade rodando em circulos, deixando toda uma história se perder. É ter muita serenidade, muita humildade, mas muita força para o enfrentamento que não será pequeno", avalia o prefeito.
E para que os 40 anos que ainda restam para o petróleo não sejam tarde demais para devolver a Macaé e à região a prosperidade cujo combustível segue a quilômetros da linha d'água, nas profundezas das Bacias de Campos e de Santos.
Fonte: O Debate





